{"id":1605,"date":"2021-02-17T00:20:42","date_gmt":"2021-02-17T03:20:42","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.elasbank.com.br\/?p=1605"},"modified":"2022-05-17T09:38:34","modified_gmt":"2022-05-17T12:38:34","slug":"risco-de-credito-e-o-gap-de-genero-nas-financas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ladybank.com.br\/index.php\/2021\/02\/17\/risco-de-credito-e-o-gap-de-genero-nas-financas\/","title":{"rendered":"Risco de cr\u00e9dito e o gap de g\u00eanero nas finan\u00e7as"},"content":{"rendered":"\n<p>Tradicionalmente, o mercado financeiro tem uma predomin\u00e2ncia masculina. De forma geral, os produtos e servi\u00e7os oferecidos n\u00e3o foram criados considerando as necessidades, desejos e particularidades das mulheres. Quando falamos em gap de g\u00eanero nas finan\u00e7as, \u00e9 exatamente a isso que nos referimos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, j\u00e1 observamos os primeiros sinais de mudan\u00e7a. Nesse sentido, os bancos t\u00eam procurado entender o que \u00e9 preciso para oferecer servi\u00e7os que agreguem valor e que se adaptem mais ao o p\u00fablico feminino. Mas ainda estamos longe de uma rela\u00e7\u00e3o financeira equitativa. Por isso, vamos analisar o caso particular da concess\u00e3o de cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"h-gap-de-genero-nas-financas-e-o-credito\">Gap de g\u00eanero nas finan\u00e7as e o cr\u00e9dito<\/h2>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos dois anos, a taxa de bancarizados subiu para 70% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Al\u00e9m disso, muitas mulheres passaram a ter conta banc\u00e1ria e um cart\u00e3o de cr\u00e9dito. Mas ainda h\u00e1 uma grande \u201cneglig\u00eancia\u201d acerca do impacto das rela\u00e7\u00f5es sociais de g\u00eanero nas finan\u00e7as, especialmente para as mulheres. Podemos realmente afirmar que conhecemos o resultado das rela\u00e7\u00f5es sociais de g\u00eanero na sa\u00fade financeira das mulheres? Precisamos perguntar, por exemplo, se os servi\u00e7os extras do cart\u00e3o de cr\u00e9dito s\u00e3o ajustados para cada perfil de cliente, inclusive para as mulheres!<\/p>\n\n\n\n<p>A concess\u00e3o de cr\u00e9dito ilustra muito bem o gap de g\u00eanero em finan\u00e7as. O tema \u00e9 de grande import\u00e2ncia para a economia, uma vez que o cr\u00e9dito \u00e9 um instrumento fundamental de acesso aos bens materiais, conforme defende Maur\u00edcio Moreira Mendon\u00e7a de Menezes (2006).<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos que, para conceder cr\u00e9dito, os bancos e institui\u00e7\u00f5es credoras avaliam a solicita\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade objetiva e subjetiva do tomador. Dessa forma, o processo de avalia\u00e7\u00e3o envolve criar um perfil do tomador de cr\u00e9dito e um score de risco, criado com base em dados objetivos e subjetivos acerca do solicitante. Para conceder cr\u00e9dito, avaliam-se elementos como a quantidade de recurso emprestado, a situa\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-econ\u00f4mico-financeira do tomador, o hist\u00f3rico de inadimplemento, o destino dos recursos, a moeda, o indexador e o prazo da opera\u00e7\u00e3o, a atividade econ\u00f4mica predominante, e indicadores subjetivos de que o solicitante \u00e9 capaz de gerar recursos para pagar o empr\u00e9stimo, al\u00e9m das garantias que oferece (BESSIS, 1998).<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"h-diferencas-entre-homens-e-mulheres-no-processo-de-concessao-de-credito\">Diferen\u00e7as entre homens e mulheres no processo de concess\u00e3o de cr\u00e9dito<\/h3>\n\n\n\n<p>O gap de g\u00eanero nas finan\u00e7as mostra que n\u00e3o h\u00e1 igualdade na concess\u00e3o de cr\u00e9dito para homens e mulheres. Nesse sentido, dados mostram que mulheres recebem cr\u00e9ditos menores e pagam taxas de juros mais altas por empr\u00e9stimos do que os homens (h\u00e1 um relat\u00f3rio do&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sebrae.com.br\/\">Sebrae<\/a>&nbsp;de 2017 e 2018 que mostra isso). Assim, podemos inferir que os modelos de avalia\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito s\u00e3o enviesados quando considerado o g\u00eanero do solicitante. Quando pensamos em um sistema financeiro inclusivo, devemos nos perguntar: por que isso ocorre?<\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez que recebem menores valores a juros mais altos, \u00e9 certo que se atribui \u00e0s mulheres os maiores scores de risco. Mas ser\u00e1 que esta classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 necessariamente discriminat\u00f3ria? Consideremos que a metodologia usada \u00e9 a mesma aplicada para homens e mulheres e que os bancos e institui\u00e7\u00f5es credoras n\u00e3o querem prejudicar os seus clientes. Afinal, o cr\u00e9dito tem a fun\u00e7\u00e3o de auxiliar a sociedade no crescimento da riqueza e no acesso aos bens de consumo e produ\u00e7\u00e3o, o que \u00e9 \u00f3timo para os bancos. Por outro lado, avaliar o potencial de pagar um cr\u00e9dito de volta \u00e9 um dos principais indicadores para a sustentabilidade do servi\u00e7o de cr\u00e9dito. \u00c9 a\u00ed que a situa\u00e7\u00e3o se torna discriminat\u00f3ria, pois o poder de pagamento do cr\u00e9dito depende substancialmente da renda do tomador de cr\u00e9dito e do tamanho do neg\u00f3cio que possui.<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"h-realidade-economica-de-homens-e-mulheres\">Realidade econ\u00f4mica de homens e mulheres<\/h3>\n\n\n\n<p>Quando a realidade econ\u00f4mica de homens e mulheres \u00e9 muito diferente, com mais oportunidades de neg\u00f3cios e renda para os homens do que para as mulheres, o modelo de cr\u00e9dito aplicado para financiar a atividade econ\u00f4mica de ambos acaba criando um vi\u00e9s discriminat\u00f3rio de g\u00eanero. Dessa forma, h\u00e1 um aumento do gap de g\u00eanero em finan\u00e7as, com um aberto favorecimento de cr\u00e9dito para homens em detrimento de mulheres, e com maior dificuldade de honrar os empr\u00e9stimos para as mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (<a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/\">IBGE<\/a>, 2018) mostrou que as mulheres ganham, em m\u00e9dia, 20,5% menos que os homens em todas as ocupa\u00e7\u00f5es pesquisadas no pa\u00eds. Assim, se considerarmos homens em mulheres exercendo as mesmas ocupa\u00e7\u00f5es, para eles ser\u00e1 mais f\u00e1cil obter cr\u00e9dito. Ao receberem menos cr\u00e9dito, as mulheres ter\u00e3o menos chances de criar neg\u00f3cios independentes, ou de formalizar seus neg\u00f3cios. Dessa forma, fica mais dif\u00edcil ainda para elas receber novos empr\u00e9stimos.<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"h-dificuldades-das-mulheres-empreendedoras\">Dificuldades das mulheres empreendedoras<\/h3>\n\n\n\n<p>Quando consideramos o caso das mulheres empreendedoras, o gap de g\u00eanero nas finan\u00e7as (especialmente no cr\u00e9dito) fica ainda mais claro. N\u00f3s, mulheres brasileiras, somos ativas e buscamos oportunidades para crescer e sermos independentes. Em 2018, o Brasil teve a 7\u00aa maior propor\u00e7\u00e3o de mulheres entre o grupo de empreendedores que iniciaram novos neg\u00f3cios, considerados 49 pa\u00edses do mundo. Infelizmente, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a vontade que faz o neg\u00f3cio crescer \u2013 empreender \u00e9 uma tarefa dura, que precisa de investimento e apoio financeiro. Por\u00e9m, com menos cr\u00e9dito e taxas de juros mais altas, menos mulheres empreendedoras conseguem se tornar donas de seus neg\u00f3cios. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Observamos que a taxa de convers\u00e3o de mulheres empreendedoras e donas de neg\u00f3cios \u00e9 de 40% mais baixa, quando comparada \u00e0 taxa de convers\u00e3o dos homens que s\u00e3o donos de neg\u00f3cios. As mulheres respondem por apenas 34% dos 27,4 milh\u00f5es de donos de neg\u00f3cios (empregadores + trabalhador por conta pr\u00f3pria) existentes no Brasil, mesmo sendo a maioria dos empreendedores brasileiros. Por que \u00e9 assim? Ser\u00e1 que os homens s\u00e3o mais talentosos em fazer neg\u00f3cios?<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"h-mulheres-donas-de-negocios-tendem-a-ter-maior-escolaridade-do-que-homens\">Mulheres donas de neg\u00f3cios tendem a ter maior escolaridade do que homens<\/h3>\n\n\n\n<p>Claro que n\u00e3o! Primeiramente, as mulheres que s\u00e3o donas de neg\u00f3cios tendem a ser mais jovens do que os homens (43,8 anos contra 45,3 anos no caso dos homens). Mas essa diferen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 representativa para explicar a experi\u00eancia. Elas tamb\u00e9m apresentam maior escolaridade (16% maior), um fator que deveria ser positivo quando considerado o sucesso do neg\u00f3cio. Entretanto, v\u00e1rios elementos interferem na disponibilidade de tempo que as mulheres t\u00eam para trabalhar em seus neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p>Tempo \u00e9 importante para fazer crescer a empresa e gerar a boa rentabilidade. Esse \u00e9 um dos principais fatores que reduzem o risco de descumprir os pagamentos dos cr\u00e9ditos que os empreendedores tomam. Uma pesquisa do IBGE (2018) mostrou que as mulheres ocupadas no mercado de trabalho dedicavam 18,5 horas \u00e0s atividades dom\u00e9sticas, enquanto os homens nessa mesma situa\u00e7\u00e3o, apenas 10,3 horas. A taxa de realiza\u00e7\u00e3o de afazeres dom\u00e9sticos das mulheres ocupadas \u00e9 de 77,08%, enquanto a dos homens \u00e9 de 41,66%.<\/p>\n\n\n\n<h4 id=\"h-alguns-dados-sobre-o-gap-de-genero-no-credito-e-nas-financas\">Alguns dados sobre o gap de g\u00eanero no cr\u00e9dito e nas finan\u00e7as <\/h4>\n\n\n\n<p>Uma pesquisa do Sebrae (2018) mostrou que as donas de neg\u00f3cio trabalham menos horas no neg\u00f3cio, do que os homens (18% a menos). Uma parcela expressiva de mulheres donas de neg\u00f3cios trabalha em home office&nbsp;(25%). No caso espec\u00edfico das mulheres que s\u00e3o MEI (categoria Microempreendedor Individual), essa propor\u00e7\u00e3o sobe para 55%.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, muitas mulheres precisam trabalhar por conta pr\u00f3pria para sustentar sozinhas a casa e os filhos. Uma grande parcela das mulheres empreendedoras s\u00e3o \u201cchefes de domic\u00edlio\u201d (45%), a maioria delas cuidam sozinhas dos filhos, e por isso, a maior parte delas tem apenas um trabalho (96%), o que aumenta o risco de perda de recursos, caso venham a ficar impossibilitadas de trabalhar ou perder o emprego, e consequentemente, aumenta o risco de cr\u00e9dito (segundo dados do Sebrae de 2017 e 2018).<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"h-para-a-mei-o-credito-e-ainda-mais-dificil\">Para a MEI, o cr\u00e9dito \u00e9 ainda mais dif\u00edcil<\/h3>\n\n\n\n<p>Outro ponto importante \u00e9 que as mulheres MEI est\u00e3o \u00e0 frente de neg\u00f3cios de porte menor, considerados menos rent\u00e1veis e mais vulner\u00e1veis a crises econ\u00f4micas. Isso tamb\u00e9m dificulta que recebam cr\u00e9dito para fazer crescer os seus neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/blog.elasbank.com.br\/index.php\/2021\/10\/26\/auxilio-maternidade-para-a-mei\/\">Aux\u00edlio-maternidade para a MEI &#8211; blog da LadyBank<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 um ciclo vicioso que mant\u00e9m as mulheres presas a neg\u00f3cios menos rent\u00e1veis, economicamente mais vulner\u00e1veis, al\u00e9m de terem menos tempo para investirem e fazerem crescer suas empresas dados que s\u00e3o as principais respons\u00e1veis pelo cuidado da casa e dos filhos (muitas vezes a \u00fanicas respons\u00e1veis), mesmo quando s\u00e3o empres\u00e1rias, o que dificulta o crescimento econ\u00f4mico de seus empreendimentos, reduz a possibilidade de receber e pagar pelo cr\u00e9dito que teria o potencial de empoderar os seus empreendimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Como resultado desse cen\u00e1rio de segrega\u00e7\u00e3o, \u00e9 mais baixa a propor\u00e7\u00e3o de mulheres empregadoras (13%), e as empregadoras mulheres t\u00eam menos empregados que os empregadores homens. Em geral, as mulheres donas de neg\u00f3cio, em sua maioria, est\u00e3o \u00e0 frente de neg\u00f3cios com at\u00e9 cinco pessoas ocupadas, incluindo a pr\u00f3pria dona (94%).<\/p>\n\n\n\n<p>Neg\u00f3cios pequenos t\u00eam mais dificuldade de receber cr\u00e9dito para capitalizar ou financiar o seu crescimento e, como consequ\u00eancia da dificuldade de receber cr\u00e9dito, ou de pagar por ele, as mulheres empreendedoras acabam trabalhando na informalidade. Mais de dois ter\u00e7os das donas de neg\u00f3cio trabalha sem CNPJ (empresa registrada). Poucas mulheres t\u00eam s\u00f3cios (19%) e, quando t\u00eam, o n\u00famero de s\u00f3cios \u00e9 baixo (o n\u00famero m\u00e9dio de s\u00f3cios \u00e9 0,58) nos neg\u00f3cios de mulheres.<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"h-mulheres-empreendedoras-recebem-menos-do-que-os-homens\">Mulheres empreendedoras recebem menos do que os homens<\/h3>\n\n\n\n<p>Por consequ\u00eancia, as empreendedoras e donas de neg\u00f3cios recebem menos empr\u00e9stimos que os homens. O valor m\u00e9dio do empr\u00e9stimo para mulheres \u00e9 de R$ 13.071 menor que o dos homens. J\u00e1 a raz\u00e3o pela qual pagam taxas de juros maiores deve-se ao score de risco de cr\u00e9dito associado aos neg\u00f3cios geridos por mulheres que, em geral, \u00e9 considerado mais inseguro que o dos homens na mesma posi\u00e7\u00e3o ocupacional. A taxa anual para mulheres donas de neg\u00f3cios \u00e9 3,5 % acima dos homens donos de pequenos neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p>O absurdo nessa situa\u00e7\u00e3o, e que o cr\u00e9dito que deveria ter a fun\u00e7\u00e3o de promover a igualdade financeira, \u00e9 enviesado por um mecanismo de avalia\u00e7\u00e3o de risco perverso que n\u00e3o foi pensado para criar equidade de g\u00eanero. N\u00e3o s\u00f3 os modelos de cr\u00e9dito desfavorecem a avalia\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios de mulheres em detrimento dos neg\u00f3cios dos homens, como eles tamb\u00e9m desconsideram o verdadeiro potencial que as mulheres t\u00eam de honrar o cr\u00e9dito, considere-se aqui que a taxa de inadimpl\u00eancia das mulheres \u00e9 inferior \u00e0 registrada por homens: 3,7% para mulheres contra 4,2% para os homens (Sebrae, 2018)<\/p>\n\n\n\n<p>Sejam funcion\u00e1rias ou empreendedoras, as mulheres s\u00e3o prejudicadas pelo modelo de cr\u00e9dito enviesado que \u00e9 aplicado no Brasil. Ao empregar um perfil de risco discriminat\u00f3rio, n\u00e3o equitativo, os bancos e institui\u00e7\u00f5es credoras favorecem e sustentam a perpetua\u00e7\u00e3o do mecanismo de manuten\u00e7\u00e3o de um verdadeiro gap de g\u00eanero nas finan\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<h5 id=\"h-referencias-utilizadas-neste-artigo\">Refer\u00eancias utilizadas neste artigo:<\/h5>\n\n\n\n<p>Data Sebrae. http:\/\/datasebrae.com.br\/ \u2022 IBGE (2018), \u201cPesquisa Nacional por Amostras de Domic\u00edlios Continua\u201d, II trimestre de 2018. \u2022 IBQP (2018), \u201cEmpreendedorismo no Brasil\u201d. Global Entrepreneurship Monitor. \u2022 IBQP (2018), \u201cEmpreendedorismo no Brasil: relat\u00f3rio executivo 2018. GEM (Global Entrepreneurship Monitor GEM) \u2022 SEBRAE (2017), \u201cPerfil do Microempreendedor Individual\u201d. Relat\u00f3rio de pesquisa Sebrae. \u2022 SEBRAE (2017), \u201cIndicadores de Cr\u00e9dito das MPE\u201d. Relat\u00f3rio de pesquisa Sebrae. \u2022 SEBRAE (2018), \u201cTransforma\u00e7\u00e3o Digital nas MPE\u201d. Relat\u00f3rio de pesquisa Sebrae. \u2022 SEBRAE (2018), \u201cO Financiamento das MPE no Brasil\u201d. Relat\u00f3rio de pesquisa Sebrae. &nbsp;\u201cPesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios \u2013 PNAD\u201d<strong>.&nbsp;<\/strong>Relat\u00f3rio de pesquisa IBGE (2018).<\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo foi tamb\u00e9m publicado na site <a href=\"https:\/\/acionista.com.br\/risco-de-credito-e-o-gap-de-genero-nas-financas\/\">Acionista<\/a> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tradicionalmente, o mercado financeiro tem uma predomin\u00e2ncia masculina. De forma geral, os produtos e servi\u00e7os oferecidos n\u00e3o foram criados considerando as necessidades, desejos e particularidades das mulheres. Quando falamos em gap de g\u00eanero nas finan\u00e7as, \u00e9 exatamente a isso que nos referimos. 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